Eu versejo por todos os tempos e templos, por todas as épocas, tal qual um vampiro reinventando sua imortalidade... quero beber-te vermelho e tornar-te imortal... Boa Morte!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Dantes.

Ouço a música que cantei seus olhos.
Recrio o embalo dos nossos corpos, do seu cheiro e revivo aquela dança...
Dobras, reentrâncias, pêlos, carícia e ritmos acoplados por uma balada binária e variável. Corpo no corpo. Nós.
Paro ao buscar o seu e deter-me vazio, distante. Sem contratempo perco-me em extravio.
A música insiste, agora mais alto...
Então fecho os olhos e, corpo sob o ar, ateu, oro o movimento cíclico que irá te evocar a esperança de uma última dança.

3 comentários:

Thiago Saulo disse...

É simplesmente a síntese do encontro entre os corpos,breves,macios,sensuais,sutis,enfim...vontades animais!!!!Amigo vc anexou a linguagem num volupia impar!!Parabéns!!

Juliana disse...

Para tudooooo!!! Vc descreveu perfeitamente esses encontros... rsrs
Me peguei pensando em vários deles... Cada pessoa que ler pensará em algum tb... Amigo, vc eh MARAAA!!!

Juliana disse...

É tão bom dançar!!! :)