Eu versejo por todos os tempos e templos, por todas as épocas, tal qual um vampiro reinventando sua imortalidade... quero beber-te vermelho e tornar-te imortal... Boa Morte!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Extravio

De que adianta dissimular indiferença se em minha chegada é por meus olhos que anseia?
Para que o embaraço das mãos e das palavras se quando o que mais queres é meu toque?
Por que distante se quando perto me queres mais perto?
Por que fugir se em seu quarto, sob seus lençóis encontra-me rijo a te suscitar?
Desencontro, advertência, incongruência, distancia. Interrogo-te em silêncio e sei que compreende a pergunta muda que cala fundo em seu olhar.

Um comentário:

Anne disse...

Olá meu amigo,
é minha primeira visita em seu blog, e não fiquei surpresa com a qualidade dos textos postados pois acredito conhecer essa mente magnifica....
Escolhi Extravio pra comentar porque identifiquei-o com os porquês de meus desvaneios seguido de uma afirmação segura.
Continue postando, visitarei freqüentemante!